Daruma mira o exterior e já opera na América Latina


por Haline Mayra

10/08/2009

Presidente da companhia também fala sobre novas verticais e sobre a fabricação de netbooks

A fabricante de soluções de automação comercial Urmet Daruma inicia um processo de expansão pela América Latina, que deve gerar R$ 4 milhões em receita, já em 2010.

Em 2009, Mário Campo Grande, presidente da organização, já calcula R$ 2 milhões em divisas, originárias de negócios com Venezuela, Colômbia, Bolívia e Chile, onde a empresa já conta com parceiros locais cadastrados. “Essa expansão traduz uma maturidade do mercado consumidor brasileiro e também, por outro lado, a qualidade das soluções produzidas aqui. Temos um sistema tributário tão burocrático, que, na maioria dos países, as ferramentas de que eles precisam são apenas frações das que usamos aqui”, diz ele.

Um grande ponto de apoio, fundamental para tal empreitada, diz, Campo Grande, são as parcerias com as software houses brasileiras, cerca de 3 mil. O executivo, sem revelar nomes, afirma que muitas delas estão começando a ser abordadas para a confecção de soluções voltadas justamente ao mercado externo.

Novas frentes

No mesmo ritmo da expansão geográfica, a Daruma desenha a ampliação de suas áreas de operação. Acaba de iniciar o atendimento na área de automação bancária, com soluções de pagamento em cartão e scanners. “Vamos automatizar o Banco do Brasil”, complementa. O atendimento nessa área se dará tanto ao ponto de venda, quanto às bandeiras de cartões magnéticos.

Na onda da experiência tecnológica, os terminais de autoatendimento (os totens) também ganham espaço na estratégia. De olho nisso, Campo Grande se prepara para alcançar companhias aéreas, hotéis e empresas em geral, com essas soluções mais sofisticadas. “Tudo fabricado aqui em Taubaté [SP]”, reforça ele.

Com uma divisão de informática em ascensão, a Daruma, em setembro, vai lançar sua linha de netbooks, mas não para venda no varejo. A empresa vai utilizar seu relacionamento com as telcos para dar vazão a esses equipamentos. “Um dia, o modem foi o vínculo da operadora com o cliente. Logo mais, o netbook ocupará seu lugar”, profetiza. A venda pelo varejo deve começar dentro de um ano, estima ele.

Fonte: CRN

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