Uma Vida, Duas Carreiras e o Encontro da Felicidade


Peço licença a todos que acompanham o Blog pois este post não é sobre TA. Talvez até reflita o momento da carreira de alguns no mercado de TA, porém ele é genérico e baseado em uma percepção pessoal sobre o momento de carreira de algumas pessoas com quem tenho contato. Alguns dos chamados profissionais sênior estão cansados, desmotivados e não querem mais a carreira que possuem.

Eu pergunto a vocês: quantos profissionais acima dos 40 anos de idade que vocês conhecem não estão cansados e insatisfeitos com a profissão atual? Quantos profissionais experientes e com bagagem não estão conseguindo dar tudo de si? Quantos se sentem infelizes com o rumo que sua carreira tomou? Interessante parar para pensar e refletir o que está por trás desta insatisfação.

As gerações passadas não deviam sofrer desta angústia. A questão é que o mundo mudou e cada dia que passa as possibilidades são maiores e o aumento da qualidade de vida nos proporcionou viver mais. Há algum tempo, um homem de 50 anos era considerado um Senhor. Hoje, eles estão na ativa e muito, em muitos casos como gestores ou proprietários de grandes empresas, trabalhando até os 60, 70, 80 anos.

A questão é que uma carreira apenas pode não se mostrar mais suficiente para suprir as necessidades pessoais destes profissionais. Aos 40, 50 anos, eles atingem uma maturidade grande profissionalmente. Chegam ao topo, o que não significa de forma alguma a estabilidade financeira, mais atingem um nível alto de entendimento e conhecimento sobre os assuntos corporativos. E, quando chegam a este estágio, começam a se perguntar: e agora? Para onde evoluir?

Quero deixar claro que não tenho resposta para esta pergunta e que não cheguei sequer aos 30 anos. Isto é apenas uma reflexão sobre uma observação pessoal com pessoas que fazem parte do meu cotidiano. Porém, para estas pessoas diria que uma segunda carreira pode trazer mais felicidade.

Uma segunda carreira não significa recomeçar. Pelo contrário. Ela pode complementar a carreira atual. Um hobby, um trabalho voluntário, uma antiga vontade de criança, o seu negócio próprio. Qualquer nova ocupação pode trazer mais vitalidade. Seja dança, pintura, música ou apenas uma visita semanal a um orfanato. Qualquer atividade complementar pode oxigenar o cérebro e dar mais motivação para a carreira número 1 funcionar melhor.

Agora, em qualquer outro lugar, alguém pode estar precisando daquilo que você sabe ou tem vontade de fazer. Recomeçar ou começar em paralelo não precisa ser um bicho de 7 cabeças. Basta usar toda a bagagem que você já tem… Aí, é só aproveitar o resultado!

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